Quando uma teoria apresenta algum resultado conclusivo, é importante compreendermos os fundamentos desta conclusão. Por quê? Para não sermos levados a acreditar em algo que não entendemos pelo simples fato de ser mais complexo do que nossa capacidade de compreensão.
O simples fato de desconhecermos determinado assunto não implica em termos que aceitar, sem "digerir", a teoria apresentada. Essa "digestão", ou filtragem, ou compreensão, vai desde o que convencionou-se chamar de ciência até áreas mais remotas como religião e, inclusive, política!
A quem interessa que as pessoas aceitem uma teoria como verdadeira? Pode ser ao teórico, ao financiados da pesquisa, a quem tem interesses e poder sobre algo ou alguém... Dificilmente são apresentadas novas perguntas ou interrogações sobre o incerto. Afirmações e exclamações têm muito mais poder de manipulação, pois não levam à reflexão ativa, mas sim à aceitação passiva.
Uma vez compreendidos os motivos que levam alguém a difundir verdades absolutas, é importante compreendermos como se fundamenta uma teoria.
Há basicamente 4 formas de fundamentar-se uma teoria, levando-se em conta a amplitude da pesquisa (abrangente ou profunda) e a parcialidade com que os dados pesquisados são selecionados para fundamentar a conclusão (imparcial ou parcial).
Quanto à amplitude da pesquisa:
Esta forma de "fundamentação" é perigosíssima, pois não informa com sinceridade tratar-se de uma manipulação parcial de meias-verdades!
Nem sempre é fácil perceber quando uma teoria, que tem "tudo" para ser aceita como verdade, trata-se na verdade de uma manipulação bem elaborada, também conhecida como falácia. Felizmente existem mecanismos que podemos usar como alerta para não sermos usados como massa-de-manobra e nem compormos um rebanho comportado, com pensamento pasteurizado.
Estes mecanismos não são, entretanto, receitas-de-bolo, mas sim princípios lógicos que podem e devem ser usados a todo instante em que alguém (seja uma pessoa, jornal, revista, rádio, noticiário, igreja...) tentar transferir-nos uma verdade sobre algo que desconhecemos ou temos pouco domínio.
Textos bem-escritos e assinados por pessoas gabaritadas e de alto prestígio. Telejornais apresentados por jornalistas muitíssimo bem-apessoados. Programas radiofônicos transmitidos por uma voz privilegiada. Jornais e revistas de grande circulação respeitados internacionalmente. Livros escritos por escritores consagrados. Teses defendidas por especialistas de renome. Best-sellers religiosos que contêm verdades universais...
Todas estas são embalagens com alto poder de sedução! Os bastidores da construção das belas teorias e/ou verdades absolutas, que estão dentro de embalagens como estas, é que não são tão facilmente percebíveis!
Aceitar-se como ignorante ou ingênuo sobre determinado assunto nem sempre é fácil. Por isso é tão fácil seduzir milhões de pessoas através de belas embalagens, que podem funcionar como cápsulas de remédio (ou seria veneno?) cujo conteúdo é duvidoso: uma vez ingeridas, seu efeito pode estender-se com intensidade e tempo indeterminados.
É por isso que vemos tantas pessoas que aceitam como puramente verdadeiro algo que é insistentemente trabalhado pela grande mídia, religiões, corporações e interesses ocultos de forma geral...
Talvez a melhor forma de libertar-se (pelo menos um pouco) de qualquer sistema que, com muita habilidade, aprisione a mente e condicione nosso raciocínio, seja todas as vezes em que tivermos acesso a informações contidas em embalagens sedutoras, nos fazermos uma pergunta-chave: a quem interessa que eu aceite isso como verdade? Quem ganha o quê com isso...?
E atenção: nenhuma mensagem virá com um letreiro luminoso avisando que trata-se de uma manipulação! Se fosse óbvio não seria manipulação, certo?
Uma vez percebida a possibilidade de estarmos diante de uma tese do "terceiro tipo", passa a ser uma escolha pessoal buscar (ou não) outros pontos-de-vista, ou um outro lado da moeda.
O simples fato de desconhecermos determinado assunto não implica em termos que aceitar, sem "digerir", a teoria apresentada. Essa "digestão", ou filtragem, ou compreensão, vai desde o que convencionou-se chamar de ciência até áreas mais remotas como religião e, inclusive, política!
A quem interessa que as pessoas aceitem uma teoria como verdadeira? Pode ser ao teórico, ao financiados da pesquisa, a quem tem interesses e poder sobre algo ou alguém... Dificilmente são apresentadas novas perguntas ou interrogações sobre o incerto. Afirmações e exclamações têm muito mais poder de manipulação, pois não levam à reflexão ativa, mas sim à aceitação passiva.
Uma vez compreendidos os motivos que levam alguém a difundir verdades absolutas, é importante compreendermos como se fundamenta uma teoria.
Há basicamente 4 formas de fundamentar-se uma teoria, levando-se em conta a amplitude da pesquisa (abrangente ou profunda) e a parcialidade com que os dados pesquisados são selecionados para fundamentar a conclusão (imparcial ou parcial).
Quanto à amplitude da pesquisa:
- Abrangente: à partir de um pressuposto inicial, a pesquisa é aprofundada em todas as direções;
- Profunda: à partir de uma teoria já existente, a pesquisa é aprofundada em uma das direções, defendendo ou atacando a teoria, descobrindo-se ao final se a direção escolhida é verdadeira ou falsa, seja ela qual for. Se a defesa da tese prova que a mesma é falsa, o ataque levaria à mesma conclusão, porém sob a perspectiva de quem ataca, e não de quem defende. Analogia: o pico da montanha observada (conclusão) é o mesmo, entretanto a depender da face em que se encontre o observador (norte ou sul, ataque ou defesa), a perspectiva com que se observa o pico muda.
- Imparcial: os argumentos são colocados frente-a-frente e vence o mais forte;
- Parcial: os argumentos são tendenciosamente selecionados de forma a fundamentar um ponto-de-vista desejado.
Esta forma de "fundamentação" é perigosíssima, pois não informa com sinceridade tratar-se de uma manipulação parcial de meias-verdades!
Nem sempre é fácil perceber quando uma teoria, que tem "tudo" para ser aceita como verdade, trata-se na verdade de uma manipulação bem elaborada, também conhecida como falácia. Felizmente existem mecanismos que podemos usar como alerta para não sermos usados como massa-de-manobra e nem compormos um rebanho comportado, com pensamento pasteurizado.
Estes mecanismos não são, entretanto, receitas-de-bolo, mas sim princípios lógicos que podem e devem ser usados a todo instante em que alguém (seja uma pessoa, jornal, revista, rádio, noticiário, igreja...) tentar transferir-nos uma verdade sobre algo que desconhecemos ou temos pouco domínio.
Textos bem-escritos e assinados por pessoas gabaritadas e de alto prestígio. Telejornais apresentados por jornalistas muitíssimo bem-apessoados. Programas radiofônicos transmitidos por uma voz privilegiada. Jornais e revistas de grande circulação respeitados internacionalmente. Livros escritos por escritores consagrados. Teses defendidas por especialistas de renome. Best-sellers religiosos que contêm verdades universais...
Todas estas são embalagens com alto poder de sedução! Os bastidores da construção das belas teorias e/ou verdades absolutas, que estão dentro de embalagens como estas, é que não são tão facilmente percebíveis!
Aceitar-se como ignorante ou ingênuo sobre determinado assunto nem sempre é fácil. Por isso é tão fácil seduzir milhões de pessoas através de belas embalagens, que podem funcionar como cápsulas de remédio (ou seria veneno?) cujo conteúdo é duvidoso: uma vez ingeridas, seu efeito pode estender-se com intensidade e tempo indeterminados.
É por isso que vemos tantas pessoas que aceitam como puramente verdadeiro algo que é insistentemente trabalhado pela grande mídia, religiões, corporações e interesses ocultos de forma geral...
Talvez a melhor forma de libertar-se (pelo menos um pouco) de qualquer sistema que, com muita habilidade, aprisione a mente e condicione nosso raciocínio, seja todas as vezes em que tivermos acesso a informações contidas em embalagens sedutoras, nos fazermos uma pergunta-chave: a quem interessa que eu aceite isso como verdade? Quem ganha o quê com isso...?
E atenção: nenhuma mensagem virá com um letreiro luminoso avisando que trata-se de uma manipulação! Se fosse óbvio não seria manipulação, certo?
Uma vez percebida a possibilidade de estarmos diante de uma tese do "terceiro tipo", passa a ser uma escolha pessoal buscar (ou não) outros pontos-de-vista, ou um outro lado da moeda.

1 comentários:
Legal este post. Estou escrevendo um livro chamado Teoria da Conspiração e nele tento mostrar que tudo e todos estão conspirando o tempo todo contra tudo e todos. Meu grande problema é saber se as conspirações religiosas, politicas, educacionais e outras são todas orquestradas pela mesma mente. Por exemplo: não é estranho que todas as ditaduras militares na america latina iniciaram se e terminaram praticamente ao mesmo tempo? Não é estranhos que todos os paises catolicos são miseravelmente podres e os protestantes ricos? Não é estranho que tudo hoje em dia seja Made In China?
Outro exemplo: eu ja entrei e sai do orkut um monte de vezes. Na ultima vez ao fazer o cadastro num computador completamente diferente do que eu ja tinha usado e num local bem longe do local onde morava antes, na tela do computador seimplesmente apareceu todos os emails e senhas que eu já tinha usado antes?
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