A história se repete todos os dias: temos tantos problemas e interesses pessoais, que muitos de nós deixamos no último nível as questões coletivas. Um dia de trabalho puxado, alguns ainda estudam... é justo que o pouco tempo que sobra seja dedicado ao lazer.
Reuniões de condomínio, por exemplo! Quem participa? Para muitos aquele momento é sinônimo de bagunça, de perturbação, e não de eficiência e realizações. O que acontece depois? A minoria presente decide e a maioria, alienada, toma conhecimento das decisões que a todos, inclusive aos alienados, influenciará.
Isso se repete em reuniões de associações de bairro, associações profissionais, sindicatos de classe... a lista é longa! São muitas as instâncias onde a cidadania pode ser exercida. A mudança do mundo começa em nós mesmos, expandindo-se gradativamente através dos nossos círculos sociais mais próximos, e por aí vai.
O exercício da cidadania beneficia, em primeira instância, ao coletivo e, em última, ao indivíduo. Numa sociedade que cultua o individualismo, sobra pouco espaço para a participação em benefício do coletivo. A omissão tem um preço alto em qualquer nível! Descuidar da vida política, por exemplo, só beneficia àqueles que, não só não se descuidam, como dela participam ativamente! São os "donos do poder", os "tomadores de decisão", que sabem muito bem o poder da política, usando a alienação do coletivo em benefício próprio.
Se a indiferença fosse padrão no passado, ao invés de uma civilização, receberíamos uma selva como legado.
Desculpas e pretextos para nós mesmos nos convencermos, ou enganarmos, não faltam! A omissão é, sem dúvidas, mais confortável do que a participação. A preguiça é, entretanto, um pecado capital, que causa prejuízos a nível individual e coletivo.
Decisões serão tomadas a todo instante, quer nós concordemos ou não. Algumas decisões coletivas afetam diretamente a nossa vida, enquanto indivíduos! A boa pergunta que deve ser feita, após alguns momentos de reflexão, é: "a quem interessa que eu não participe"?
Essa pergunta deve ser feita em diversos momentos: na reunião de condomínio, de pais e mestres, do clube, da comunidade do bairro, na assembléia do sindicato, nos debates públicos, nas eleições, no horário eleitoral...
Alguém sempre ganha com a omissão de outrém! Escolha a posição que você deseja ocupar neste enorme tabuleiro que, gostemos ou não, cerca nossas vidas.
Reuniões de condomínio, por exemplo! Quem participa? Para muitos aquele momento é sinônimo de bagunça, de perturbação, e não de eficiência e realizações. O que acontece depois? A minoria presente decide e a maioria, alienada, toma conhecimento das decisões que a todos, inclusive aos alienados, influenciará.
Isso se repete em reuniões de associações de bairro, associações profissionais, sindicatos de classe... a lista é longa! São muitas as instâncias onde a cidadania pode ser exercida. A mudança do mundo começa em nós mesmos, expandindo-se gradativamente através dos nossos círculos sociais mais próximos, e por aí vai.
O exercício da cidadania beneficia, em primeira instância, ao coletivo e, em última, ao indivíduo. Numa sociedade que cultua o individualismo, sobra pouco espaço para a participação em benefício do coletivo. A omissão tem um preço alto em qualquer nível! Descuidar da vida política, por exemplo, só beneficia àqueles que, não só não se descuidam, como dela participam ativamente! São os "donos do poder", os "tomadores de decisão", que sabem muito bem o poder da política, usando a alienação do coletivo em benefício próprio.
Se a indiferença fosse padrão no passado, ao invés de uma civilização, receberíamos uma selva como legado.
Desculpas e pretextos para nós mesmos nos convencermos, ou enganarmos, não faltam! A omissão é, sem dúvidas, mais confortável do que a participação. A preguiça é, entretanto, um pecado capital, que causa prejuízos a nível individual e coletivo.
Decisões serão tomadas a todo instante, quer nós concordemos ou não. Algumas decisões coletivas afetam diretamente a nossa vida, enquanto indivíduos! A boa pergunta que deve ser feita, após alguns momentos de reflexão, é: "a quem interessa que eu não participe"?
Essa pergunta deve ser feita em diversos momentos: na reunião de condomínio, de pais e mestres, do clube, da comunidade do bairro, na assembléia do sindicato, nos debates públicos, nas eleições, no horário eleitoral...
Alguém sempre ganha com a omissão de outrém! Escolha a posição que você deseja ocupar neste enorme tabuleiro que, gostemos ou não, cerca nossas vidas.

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