Segundo a Igreja Católica, pecar é: não obedecer aos 10 Mandamentos de Moisés, incorrer num dos 7 Pecados Capitais, desrespeitar os 5 Mandamentos da Igreja ou ignorar os 2 Mandamentos da Caridade. Vejamos...
Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são:
01. Amar a Deus sobre todas as coisas.
02. Não tomar Seu santo nome em vão.
03. Guardar domingos e festas.
04. Honrar pai e mãe.
05. Não matar.
06. Não pecar contra a castidade.
07. Não furtar.
08. Não levantar falso testemunho.
09. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.
Os 7 Pecados Capitais são:
01. Gula
02. Vaidade
03. Luxúria
04. Avareza
05. Preguiça
06. Cobiça
07. Ira
Os 5 Mandamentos da Igreja são:
01. Participar da Missa nos domingos e festas de guarda.
02. Confessar-se ao menos uma vez ao ano.
03. Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição.
04. Santificar as festas de preceito.
05. Jejuar e abster-se de carne conforme manda a Santa Madre Igreja.
Os 2 Mandamentos da Caridade são:
01. Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.
02. Amarás a teu próximo como a ti mesmo.
"O desrespeito às regras acima condena o pecador à perdição eterna, que acontece no Inferno. É para lá que, de acordo com os preceitos católicos, são conduzidos os pecadores renitentes. Um suplício e tanto, que jamais se acaba e inclui o convívio com Satanás, o senhor das trevas e personificação de todo o Mal."
Assustador para qualquer criança!!!
São ao todo 24 mandamentos, 10 de auto-blindagem e 14 de boas práticas para convivência social.
Esse é o grande pecado do dogmatismo cristão: considerar pecado o desrespeito às "regras", ou mandamentos, de auto-blindagem à doutrina católica/cristã.
Os forjadores destas "regras" possivelmente tenham as criado com um ótimo propósigo: disciplinar e organizar a sociedade. Por ser muito mais difícil convencer milhares de pessoas a viver civilizadamente através da tríade educação + argumentação + discernimento, as regras de auto-blindagem podem ter sido criadas. Desta forma, aquela massa de ignorantes que formava a peble seria educada desde criança não só a respeitar as boas práticas, mas também a não questioná-las!
Uma forma de potencializar ainda mais o efeito destas regras, é evangelizando/doutrinando/castrando-o-raciocínio (d)o indivíduo desde a tenra infância. Nesta fase a pessoa não possui as ferramentas mentais necessárias para questionar tudo que lhe é apresentado, ou mesmo imposto. Sem qualquer possibilidade de defesa, acaba aceitando como verdadeiros todos os valores que lhe são transferidos.
O questionamento deve ser feito em duas frentes: quanto à forma e ao conteúdo.
A melhor forma de se transmitir valores a um indivíduo, seja uma criança, um índio ou um adulto (pretensamente) civilizado, é através do convencimento através (ou seja, passando por) do raciocínio deste indivíduo, ou utilizando atalhos que dispensem a aceitação racional e sejam assimilados emocionalmente? Questiona-se aqui a melhor forma, e não a mais fácil!
Em relação ao conteúdo, deve-se levar em conta os valores pessoais de quem irá transferir seus próprios valores a um outro indivíduo. Temos aí, portanto, um filtro, que é justamente a opinião, racional ou não, do pretenso educador/evangelizador. Dificilmente um ser humano é capaz de aceitar que os seus valores pessoais não são os melhores possíveis. Temos aí um dilema: como interromper a transferência de valores ruins de um indivíduo a outro? E mais: como julgar um valor como bom ou ruim senão através de nosso próprio julgamento?
Possivelmente a melhor solução seja dar condições para que o próprio indivíduo seja capaz de discernir, raciocinar, sentir, julgar, escolher e agir segundo sua própria consciência, e não a de terceiros.
Quando impõe-se quaisquer valores a um indivíduo sem discernimento, corre-se o risco de transferir-se alguns que podem até não fazer mal objetivamente, mas que podem castrar o potencial de raciocínio e questionamento do mundo em que vive, do status quo.
Talvez numa época em que a humanidade vivia na barbárie, a evangelização e o dogmatismo tenham sido ferramentas adequadas à evolução daquele mundo (daquele status quo). Atualmente, entretanto, no mundo civilizado em que supostamente vivemos, a educação tende a ser uma ferramenta muito mais eficiente, justamente por abrir horizontes, ao invés de castrar mentes.
Possivelmente no dia em que as crianças forem educadas segundo princípios humanistas e evolucionistas (fala-se aqui do evolucionismo ético, e não do desenfreado), a humanidade perceba que a religião teve uma importância histórica num tempo em que os seres humanos ainda não tinham acesso à cultura e à educação.
É fato que muitas das regras religiosas são positivas, mas outras são castradoras. É contra estas últimas que uma educação humanista deve lutar. O ser humano deve ser capaz de traçar seu próprio caminho, e não ser usado como massa de manobra num rebanho de interesses ocultos (mas nem por isso invisíveis).
O ensino religioso talvez seja uma alternativa mais fácil, mas é desesperadora a forma como aprisiona mentes!
A distinção feita acima entre regras positivas e negativas à evolução da humanidade foi feita por este autor, um réles mortal. Fica aqui a sugestão a cada um que for educar alguém, ou mesmo a si próprio: pense o que aconteceria com a humanidade se todos tivéssemos acesso à educação de qualidade e às "regras" verdes.
Alguns poderão perguntar: "mas e quem não tem acesso à educação de qualidade"? A esses talvez valha a pena transferir todo o conjunto de "regras" religiosas, pois entre a barbárie e a manipulação, fico com a manipulação. Não posso deixar de afirmar, entretanto, que entre a manipulação e a liberdade, fico sem qualquer dúvida, com a liberdade!
Comentários e pontos-de-vista diferentes serão muitíssimo bem-vindos, como sempre!
Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são:
01. Amar a Deus sobre todas as coisas.
02. Não tomar Seu santo nome em vão.
03. Guardar domingos e festas.
04. Honrar pai e mãe.
05. Não matar.
06. Não pecar contra a castidade.
07. Não furtar.
08. Não levantar falso testemunho.
09. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.
Os 7 Pecados Capitais são:
01. Gula
02. Vaidade
03. Luxúria
04. Avareza
05. Preguiça
06. Cobiça
07. Ira
Os 5 Mandamentos da Igreja são:
01. Participar da Missa nos domingos e festas de guarda.
02. Confessar-se ao menos uma vez ao ano.
03. Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição.
04. Santificar as festas de preceito.
05. Jejuar e abster-se de carne conforme manda a Santa Madre Igreja.
Os 2 Mandamentos da Caridade são:
01. Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.
02. Amarás a teu próximo como a ti mesmo.
"O desrespeito às regras acima condena o pecador à perdição eterna, que acontece no Inferno. É para lá que, de acordo com os preceitos católicos, são conduzidos os pecadores renitentes. Um suplício e tanto, que jamais se acaba e inclui o convívio com Satanás, o senhor das trevas e personificação de todo o Mal."
Assustador para qualquer criança!!!
São ao todo 24 mandamentos, 10 de auto-blindagem e 14 de boas práticas para convivência social.
Esse é o grande pecado do dogmatismo cristão: considerar pecado o desrespeito às "regras", ou mandamentos, de auto-blindagem à doutrina católica/cristã.
Os forjadores destas "regras" possivelmente tenham as criado com um ótimo propósigo: disciplinar e organizar a sociedade. Por ser muito mais difícil convencer milhares de pessoas a viver civilizadamente através da tríade educação + argumentação + discernimento, as regras de auto-blindagem podem ter sido criadas. Desta forma, aquela massa de ignorantes que formava a peble seria educada desde criança não só a respeitar as boas práticas, mas também a não questioná-las!
Uma forma de potencializar ainda mais o efeito destas regras, é evangelizando/doutrinando/castrando-o-raciocínio (d)o indivíduo desde a tenra infância. Nesta fase a pessoa não possui as ferramentas mentais necessárias para questionar tudo que lhe é apresentado, ou mesmo imposto. Sem qualquer possibilidade de defesa, acaba aceitando como verdadeiros todos os valores que lhe são transferidos.
O questionamento deve ser feito em duas frentes: quanto à forma e ao conteúdo.
A melhor forma de se transmitir valores a um indivíduo, seja uma criança, um índio ou um adulto (pretensamente) civilizado, é através do convencimento através (ou seja, passando por) do raciocínio deste indivíduo, ou utilizando atalhos que dispensem a aceitação racional e sejam assimilados emocionalmente? Questiona-se aqui a melhor forma, e não a mais fácil!
Em relação ao conteúdo, deve-se levar em conta os valores pessoais de quem irá transferir seus próprios valores a um outro indivíduo. Temos aí, portanto, um filtro, que é justamente a opinião, racional ou não, do pretenso educador/evangelizador. Dificilmente um ser humano é capaz de aceitar que os seus valores pessoais não são os melhores possíveis. Temos aí um dilema: como interromper a transferência de valores ruins de um indivíduo a outro? E mais: como julgar um valor como bom ou ruim senão através de nosso próprio julgamento?
Possivelmente a melhor solução seja dar condições para que o próprio indivíduo seja capaz de discernir, raciocinar, sentir, julgar, escolher e agir segundo sua própria consciência, e não a de terceiros.
Quando impõe-se quaisquer valores a um indivíduo sem discernimento, corre-se o risco de transferir-se alguns que podem até não fazer mal objetivamente, mas que podem castrar o potencial de raciocínio e questionamento do mundo em que vive, do status quo.
Talvez numa época em que a humanidade vivia na barbárie, a evangelização e o dogmatismo tenham sido ferramentas adequadas à evolução daquele mundo (daquele status quo). Atualmente, entretanto, no mundo civilizado em que supostamente vivemos, a educação tende a ser uma ferramenta muito mais eficiente, justamente por abrir horizontes, ao invés de castrar mentes.
Possivelmente no dia em que as crianças forem educadas segundo princípios humanistas e evolucionistas (fala-se aqui do evolucionismo ético, e não do desenfreado), a humanidade perceba que a religião teve uma importância histórica num tempo em que os seres humanos ainda não tinham acesso à cultura e à educação.
É fato que muitas das regras religiosas são positivas, mas outras são castradoras. É contra estas últimas que uma educação humanista deve lutar. O ser humano deve ser capaz de traçar seu próprio caminho, e não ser usado como massa de manobra num rebanho de interesses ocultos (mas nem por isso invisíveis).
O ensino religioso talvez seja uma alternativa mais fácil, mas é desesperadora a forma como aprisiona mentes!
A distinção feita acima entre regras positivas e negativas à evolução da humanidade foi feita por este autor, um réles mortal. Fica aqui a sugestão a cada um que for educar alguém, ou mesmo a si próprio: pense o que aconteceria com a humanidade se todos tivéssemos acesso à educação de qualidade e às "regras" verdes.
Alguns poderão perguntar: "mas e quem não tem acesso à educação de qualidade"? A esses talvez valha a pena transferir todo o conjunto de "regras" religiosas, pois entre a barbárie e a manipulação, fico com a manipulação. Não posso deixar de afirmar, entretanto, que entre a manipulação e a liberdade, fico sem qualquer dúvida, com a liberdade!
Comentários e pontos-de-vista diferentes serão muitíssimo bem-vindos, como sempre!

4 comentários:
Oi Le tudo bem com vc???
Amei o Texto...o bom dele pra mim...
foi que vc verbalizou o q eu sentia e não entendia o pq achava isso...
colocar as cores pra identificar o no seu ponto de vista o certo e errado ou blindagem e regras para bom conviveo social...
Le é só isso por enquanto mas nada que inpessa de voltar a fala sobre o assunto...Bom Carnaval...e até Breve...
Beijos*
Por isso que eu sempre digo que a grande conspiração não é judaica. Os judeus são apenas uma pecinha no meio desse jogo todo!
Olá!
Parabéns pelo blog
Postei um texto super interessante sobre os sete pecados capitais e apreciaria muito seu comentário.
Um abração!
O link:
http://eneadactilo.blogspot.com/2006/12/deuses-e-pecados-capitais.html
olá,
discordo em absoluto de tudo que vc escreveu. Creio que vc deveria se informar sobre a fé católica antes de escrever. Gostaria de colcocar apenas três pontos.
1- É impressionante como falar mal da Igreja Católica dá ibope nos dias de hoje, é só escrever um monte de coisas em um estilo pseudo-intelectual, com um bando de "achismos", que você vira o dono da verdade.
2- Aqui vai uma observação: Tantos erros de português nos textos que comentam dão a idéia de que esses intelectuais são de fato pseudo-intelectuais.
3 - Não me leve a mal, não sou fundamentalista, e não tenho a idéia de que quem não é católico não vai pro céu, assim como a Santa Madre Igreja também não ensina isto. Apenas gostaria de ver discussões com mais teoria e fatos e menos opiniões.
Que Deus te abençoe!
"Paz na terra aos homens de boa vontade!"
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